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Reflexão sobre TAT

A cadeira de TAT – Tecnologias de Apoio à Tradução foi o motivo pelo qual este blog foi criado, e é acerca da mesma que venho falar hoje.

Tivemos TAT durante 2 semestres- num deles aprendemos a usar o MemoQ e o Corpógrafo, e no outro aprendemos a usar o Multiterm, o Trados e o Subtitle Workshop, além das apresentações de sites e artigos relacionados com tradução.

Achei esta cadeira de grande utilidade para o meu percurso académico, precisamente por nos auxiliar na utilização de tecnologias de apoio à tradução. Acho que é importante termos esses conhecimentos porque já são um bom ponto de partida para quando de facto entrarmos no mundo do trabalho e começarmos a usar essas mesmas ferramentas.

Achei também de grande importância a análise dos sites e artigos; dos sites porque foi uma maneira de conhecermos organizações e sites de empresas de tradução, que nos podem ser úteis no futuro na procura de emprego; dos artigos porque nos ajuda a compreender como foi e como é a tradução noutros países e a opinião de outras pessoas sobre o estado da tradução.

Concluindo, e voltando a referir o que já tinha dito anteriormente, acho que TAT foi uma cadeira de grande utilidade e espero que continue a ler leccionada no curso por muitos anos, atualizando sempre os alunos no que diz respeito às Tecnologias de Apoio à Tradução.

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Sou tradutora… e agora?!

A minha licenciatura está prestes a acabar! Depois da entrega dos últimos trabalhos e da publicação de todas as notas, poderei dizer que sou oficialmente tradutora… e agora?

Três anos se passaram, foram muitas experiências (umas melhores, outras piores), muitas aventuras, muitas horas de estudo e trabalho, muitas aprendizagens, e agora chegou ao fim. No meio de tantas emoções, uma delas é a incerteza do que será o meu futuro, porque há imensas perguntas a pairar na minha cabeça: O que preciso de fazer para começar a trabalhar? Como funcionam as coisas a nível de finanças, IRS e etc? Onde começo a procurar trabalho? Quais as empresas nas quais devo confiar? Como são efetuados os pagamentos do meu trabalho e  quem estabelece os valores? Caso seja eu a estabelecer os preços, quanto devo pedir tendo em conta que estou em início de carreira? Como sei se consigo realizar determinada tradução em determinado tempo? Etc, etc.

Como podem ver, a minha cabeça está a funcionar a mil à hora com imensas questões sobre a entrada no mundo de trabalho, o que acho que é perfeitamente normal. Algo que eu acho que deveria mudar no sistema de ensino português, é a inexistência de auxílio aos alunos na entrada do mundo de trabalho, porque enquanto estamos a estudar temos que saber, por exemplo, como calcular área e perímetros de triângulos, mas ninguém nos ensina como se faz um IRS. Acho que há coisas muito importantes e devíamos ter algumas “luzes” antes de ser “abandonados no meio do mar”.

De qualquer forma, tenho a certeza que de quando entrar no mundo do trabalho, terei que ir à procura das respostas a todas as minhas perguntas e fiquei esclarecida. Enquanto isso não acontece, ficarei apenas com elas a pairar na minha cabeça, como acredito que todas as pessoas na minha situação estarão!

E vocês, também têm este tipo de dúvidas? Sabem a resposta a alguma delas? Como pensam responder a estas dúvidas?

Até à próxima!

 

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Ora aqui está uma frase bastante verdadeira! Ser tradutor é uma profissão de uma enorme responsabilidade. A partir do momento em que estamos a traduzir um texto, estamos também a criar um texto nosso, mas que ao mesmo tempo não deve ser diferente do original, mas também não deve ser exactamente igual… porque em qualquer uma das situações, seremos notados, e isso não é bom. Um tradutor deve ter a capacidade de traduzir de forma clara e correta, para que o leitor leia a tradução mas não reconheça que aquele texto foi traduzido por outra pessoa e não é o texto original. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, ser tradutor não é só saber 2 línguas… é preciso ter conhecimentos gramaticais bastante alargados, é preciso conhecer expressões idiomáticas, hábitos, costumes, cultura! Não desvalorizem o nosso trabalho, porque temos formação para o fazer, não é um trabalho fácil, e nem toda a gente o conseguiria fazer…

Os tradutores são úteis, são necessários na nossa sociedade e tenho muito orgulho na minha profissão. 🙂

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Reflexão sobre legendagem

Boa noite. Hoje venho aqui fazer uma pequena reflexão sobre lengendagem.

As únicas experiências que tive em legendagem foram nas UC’s Práticas de Tradução de Inglês II e Tecnologias de Apoio à Tradução. Em PTI II, a legendagem era feita no Word, ou seja, apenas tinha que preocupar-me com a tradução em si e com o layout, ou seja, número de caracteres por linha e divisão semântica. Em TAT II, foi utilizado o software “Subtitle Workshop”, o qual utilizávamos para, além de fazer a tradução, também fazer a sincronização das legendas com o vídeo.
Quando comecei a fazer legendagem, confesso que não gostei muito. Achei difícil colocar tanta informação em tão poucos caracteres (37/40 por linha) e também ter que traduzir clips com conteúdos cómicos (tanto pela sua dificuldade em si, como pelo facto de ter que colocar a informação em poucos caracteres sem perder a essência cómica). Contudo, com a prática, a divisão semântica foi tornando-se cada vez mais fácil e cheguei à conclusão de que até gosto da “ginástica mental” que a legendagem implica. Assim sendo, quando chegou a altura de utilizar o “Subtitle Workshop”, a tarefa da tradução tornou-se mais simples; no entanto, fazer a sincronização não é uma tarefa fácil, requer muito tempo e sensibilidade auditiva. O software é de utilização bastante fácil e tem um layout simples.

No geral, acabei por gostar bastante da experiência de legendagem, por isso talvez seja um dos trabalho que possa fazer no meu futuro enquanto profissional. Contudo, a tradução para legendagem é mal paga, o que acaba por ser um ponto negativo muito forte, mas quem corre por gosto, não cansa 😉
E vocês, qual a vossa opinião acerca de legendagem e experiências com softwares de legendagem?

Até à próxima!